Wishlist Literária #1

Hoje vim compartilhar com vocês alguns livros que estão na minha lista de desejos há algum tempo. De vez em quando bate aquela ressaca literária, né? Eu sou muito vítima disso. Embora eu goste muito de ler, enjoo fácil de alguns livros, por isso que muitas vezes leio 2 ou 3 livros com temas diferentes ao mesmo tempo. Assim, eu consigo concluir todas as leitura que quero.

Já faz alguns anos que descobri o Skoob. Pra quem ainda não conhece, o Skoob é uma rede social  brasileira feita para leitores. Ela é um ponto de encontro para leitores e novos escritores, onde é possível trocar sugestões de leitura e organizar reuniões em livrarias. Na verdade, foi através dela que impulsionei meu hábito por leitura. E o Skoob foi muito legal nessa descoberta porque eu conseguia organizar todas as minhas leitura. Então, dá pra organizar por lidos, lendo, vou ler, quero ler, desejo.. enfim, por várias categorias. Confesso que não ando utilizando muito o site porque de um tempo pra cá habituei a ler livros não somente físicos, mas em pdf, epub, entre outras plataformas digitais. Mas pra quem tem interesse, o site é ótimo.

Seguindo minha lista de desejos do Skoob, selecionei os 10 livros que mais quero comprar e ler pelos próximos meses:

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1. O Castelo de Vidro, Jeannette Walls  Eu lembro que havia lido em algum lugar sobre esse livro e deixei pra lá. Então, no final do ano de 2014, lembro que meu chefe havia me tirado no amigo-secreto da loja e enquanto ele não sabia exatamente o que me daria de presente, perguntou se eu havia lido este livro e eu disse que não. Então ele me contou que foi um dos livros mais lindos e tocante que ele havia lido. Pois bem, já entrou pra minha lista de desejos. Sinopse: “Filha, a gente não tem dinheiro para o presente, mas escolhe uma estrela no céu, e fica com ela pra toda a vida.” Todo mundo pode dar uma segunda chance à vida. Em suas memórias, a jornalista e escritora Jeannette Walls nos mostra, sem pieguices e respostas fáceis, que tudo na vida é mesmo relativo, que as adversidades podem ser vividas com leveza, somando aprendizado e grandeza às nossas biografias.

2. Por Lugares Incríveis, Jennifer Niven Confesso que a primeira impressão foi a que ficou nesse livro. Olha que capa mais amor, gente! Mas a história também me despertou curiosidade: Violet Markey tinha uma vida perfeita, mas todos os seus planos deixam de fazer sentido quando ela e a irmã sofrem um acidente de carro e apenas Violet sobrevive. Sentindo-se culpada pelo que aconteceu, Violet se afasta de todos e tenta descobrir como seguir em frente. Theodore Finch é o esquisito da escola, perseguido pelos valentões e obrigado a lidar com longos períodos de depressão, o pai violento e a apatia do resto da família.

3. Comer Animais, Jonathan Safran Foer Há um tempo atrás, comecei a pesquisar muito sobre vegetarianismo e sobre como funciona a indústria de alimentos em todos os tipos. Assisti alguns documentário que hoje mudaram muito minha visão sobre alimentação e em uma dessas descobertas, eis que um dos livros mais indicados dentro desse assunto. Muitos dizem que esse é o livro que abre a sua mente e tudo o que você conhece sobre a indústria pecuária cai por Terra – ele realmente muda sua visão. Eu ainda não tive a oportunidade de comprar e ler porque aos poucos fui deixando de lado minhas pesquisas sobre esse assunto, mas pretendo voltar e lê-lo com toda certeza. Sinopse: Em seu primeiro livro de não ficção, Comer animais, Jonathan Safran Foer, autor do premiado Tudo se ilumina, publicado pela Rocco, mergulha no mundo da chamada pecuária industrial nos Estados Unidos – a criação intensiva de aves, porcos e bois –, assim como na pesca em larga escala e suas implicações para o meio ambiente. Após três anos de pesquisas, o resultado é um panorama assustador. Para que, levando em conta a inflação, a proteína animal custe hoje mais barato do que em qualquer outro momento da história americana, animais são submetidos a maus-tratos e abatidos para o consumo deformados e doentes; há pouco ou nenhum escrutínio público e supervisão eficiente por parte das autoridades sanitárias; rios e cursos d’água subterrâneos são poluídos por excrementos e dejetos da produção, com os custos, no sentido mais amplo da palavra, repassados à sociedade; e os ecossistemas do planeta correm risco de colapso em um futuro não tão distante.

4. Expresso Lunático, Carl Hoffman Geminiana que sou, tenho uma paixão imensa por assuntos diferentes e que de alguma maneira, despertam muito minha curiosidade. Expresso Lunático é um desses livros que fala sobre um assunto pouco comum e que eu amo. Sinopse: Ao mesmo tempo livro de viagem, repleto de aventuras, e investigação jornalística de primeira linha, Expresso lunático é fiel resultado do propósito – irresponsável, diria a mãe padrão – do autor: percorrer as Américas central e do Sul, a África e a Ásia valendo-se exclusivamente dos meios de transporte mais perigosos – aqueles aviões, barcos, trens e ônibus que caem, afundam e tombam anônima e semanalmente – dos países com os mais caóticos sistemas públicos de transporte.

5. Como O Mundo Faz Amor, Franz Wisner Se um dia eu quisesse me formar em Comunicação Social, com certeza eu seria uma dessas viajantes pelo mundo em busca de resposta sobre os mais diversos temas e sentimentos. Acho isso demais e esse é um dos livros que quero muito ler. Sinopse: Quando uma pessoa é abandonada no altar e forçada a dividir uma série de suítes de núpcias numa lua de mel com seu irmão, pode-se dizer que se tem uma coisa ou duas a aprender sobre o amor. É isso que Franz Wisner decidiu fazer em ‘Como o mundo faz amor’, viajando com seu irmão para diferentes países com a missão de coletar lições de amor que o mundo tem a oferecer, para tentar reconstruir sua vida amorosa.

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6. Para todos os amores errados, Clarissa Côrrea Por muitos anos da minha adolescência, mantive um fórum em uma comunidade do Orkut no qual eu escrevia textos soltos. Lembro também que muita das minhas inspirações vinha de crônicas, quotes de séries e textos soltos de autores nacionais. O que é o caso de Clarice Corrêa, sempre quis ter um livro dela. Sinopse: Em Para todos os amores errados, lançamento da Editora Gutenberg, a redatora publicitária e blogueira Clarissa Corrêa escreve sobre as desilusões de um romance avassalador. Famosa por ter um de seus textos lido ao vivo por Pedro Bial, no programa Big Brother Brasil, Clarissa é certeira, indo direto ao ponto por meio de relatos sinceros, que recheiam o livro e dão uma pitada diferente no modo de pensar o amor. Entre os altos e baixos do fim de uma relação amorosa, a história é contada e sentida a partir de desabafos escritos em primeira pessoa, os quais, segundo prefácio assinado por Pedro Bial, “baixa a calcinha dos homens e mostra a cueca das mulheres”. Cheio de citações a personalidades do cotidiano atual, o texto adquire um tom de veracidade e aproximação a cada página, criando uma intimidade até mesmo cômica com que já sentiu ou passou pela mesma situação, em que o amar e ser amado não é responsabilidade de um só.

7. Caroline se Apaixona, Federico Moccia Não lembro se já falei do Federico em algum post aqui no blog, mas eu conheci ele antes mesmo de Nicholas Sparks (não desmerecendo o autor) e mesmo depois de ter lido os romances de ambos, Federico ainda conquista meu coração. Pra quem ainda não conhece, Federico Moccia é um autor italiano de romances literários. Se eu não me engano, faltam 3 livros pra completar minha coleção e Carolina se Apaixona é um dele. Sinopse:Carolina tem catorze anos de idade. Vive um momento mágico em sua vida. As amigas, sempre por perto. E os sonhos, quantos sonhos! E há os primeiros beijos roubados no escurinho do portão. E sempre aquela música que surge no momento certo. Festas, escola, brincadeiras, mas também existem as provas e outras coisas de gente grande. A avó é maravilhosa e sabe enxergá-la bem longe, lá no fundo de sua alma. Sobre o amor? O que se sabe? O que se vive? Como é realmente o amor? Talvez ele tenha os olhos de Massimiliano? O amor é aquilo? Quem sabe… Mas Carolina perdeu o celular, e com ele tudo o que sabia sobre o rapaz. Mesmo assim, ela não tem dúvidas de que conseguirá reencontrá-lo. Enquanto isso, sonha chegar bem perto da nuvens. E a vida transcorre sem preocupações. Entre as aventuras de cada dia e as sombras do convívio familiar não paira nem de longe a suspeita e a desconfiança. O seu coração está sempre acelerado a cada afeto que se abre e se transforma em esperança pelo futuro. E há uma estrada infinita diante dela que convida a seguir caminhos desconhecidos. Carolina está pronta para ser feliz.

8. Por isso a gente acabou, Lemony Snicket Esse é uma daquelas histórias que todo mundo conhece alguém que já passou por essa situação ou nós mesmo encaramos. E eu acho tão bonito quando conseguimos traduzir sentimentos em forma de escrita, poesia, música, filmes. Eu acho que esse livro traz essa proposta. Sinopse:  Por isso a gente acabou trata, com a comicidade típica do autor, de uma situação difícil pela qual todos um dia irão passar: o fim de uma relação amorosa e toda a angústia, tristeza e incerteza que essa vivência pode gerar. Min Green e Ed Slarteron estudam na mesma escola e, depois de apenas algumas semanas de convívio intenso e apaixonado, acabam o namoro. Depois de sofrer muito, Min resolve, como marco da ruptura definitiva, entregar ao garoto uma caixa repleta de objetos significativos para o casal junto com uma carta falando sobre cada um desses objetos e do episódio que ele representou, sempre acrescentando, ao final, uma nova razão para o rompimento. Essa carta é o texto de Por isso a gente acabou, que é, assim, carregado de um tom informal e tragicômico – características da personagem – e traduz com um misto de simplicidade e profundidade a história de uma separação.

9. Cabul no Inverno – Vida sem paz no Afesganistão, Ann Jones Já disse que quero conhecer alguns países do Oriente Médio, né?! Já li alguns livros que contam a história desses países e, embora a realidade seja extremamente difícil e triste para a maioria deles, conhecer um pouquinho sobre eles parece que nos aproxima de uma realidade tão distante e pouco mostrada na mídia. Quais são suas revoluções? Quais são seus costumes? O que mais entristece a população? O que pensam a respeito de tudo o que os cercam? São algumas das perguntas que me instigam. Eu acho que esse é um dos livros que ainda não li sobre o assunto e que descobri até hoje, claro. Sinopse:  Este é o relato cortante de uma cidade lutando para erguer-se das ruínas. Trabalhando junto a uma infinidade de empobrecidas viúvas de guerra, recapacitando professores de inglês de Cabul, silenciados durante longo tempo, e inspecionando os presídios femininos da cidade, Jones adentra uma ampla comunidade de mulheres forçadas a viver à margem da sociedade: meninas-noivas fugitivas, prostitutas humilhadas, esposas desprezadas, vítimas de estupro. A um tempo indignado, profundo e extraordinariamente belo, Cabul no Inverno dá vida às pessoas e ao cotidiano de um lugar cujo futuro depende tanto do nosso.

10. A Arquitetura da Felicidade, Alain de Botton Já falei pra vocês que sou aspirante à arquitetura? Pois bem, me formar em arquitetura é o #1 da minha lista de coisas para fazer antes dos 30 anos. Claro que parte porque preciso de uma formação, mas mais que isso porque realmente amo tudo o que envolve arquitetura. Então, esse é um dos livros que ainda quero ler. Sinopse: “O que é uma construção bela?” Com esta e outras difíceis perguntas em arquitetura, o filósofo Alain De Botton mostra suave e delicadamente o quanto a beleza, a adequação e o conforto de um espaço nos afeta definitiva e diretamente, em nosso dia a dia. Sem receio de colocar seu pensamento numa área delicada, onde nem os próprios arquitetos gostam de tocar, De Botton nos esclarece porque há construções que emocionam, impressionam e são catapultadas à categoria de “belas”.

Esses são alguns dos livros que desejo comprar e ler. Se você já leu algum ou tem interesse em saber mais sobre algumas dessas histórias, deixe nos comentários sua opinião que vou adorar ler e saber um pouquinho mais dos interesses literários de vocês. Eu acho que exagerei um pouco na lista, mas foi por amor. ❤

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Dica de leitura: Martha Medeiros

Lembro do primeiro contato que tive com uma das obras de Martha Medeiros: quando troquei um dos meus livros favoritos (Antes de Morrer, de Jenny Downham) por Coisas da Vida de Martha Medeiros. Devorei o livro. Adorei crônicas e só queria ler e indicar Martha Medeiros para todo mundo. Talvez minha wishlist seja maior que minha lista de lidos, afinal são muitas obras mais antigas que eu ainda não pude ler, mas cada um dos que li até agora são muito importantes. Todos eles têm uma história, uma lembrança, um indicação e faz parte de vários momentos da minha passagem adolescente~adulta.

Martha Medeiros nasceu no dia 20 de agosto de 1961. É jornalista, escritora, aforista e poetisa brasileira. Filha de José Bernardo Barreto de Medeiros e Isabel Mattos de Medeiros, é colunista do jornal Zero Hora de Porto Alegre, e de O Globo, do Rio de Janeiro. Casou-se com o publicitário Luiz Telmo de Oliveira Ramos e tem duas filhas, Júlia e Laura. Estudou num dos mais tradicionais colégios de Porto Alegre, o Nossa Senhora do Bom Conselho, no bairro Moinhos de Vento. Formou-se em 1982 na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), em Porto Alegre.

Trabalhou em propaganda e publicidade, mas logo se sentiu frustrada com a carreira. Quando seu marido recebeu uma proposta de trabalho no Chile, decidiu que uma mudança de país seria uma ótima oportunidade para dar um tempo na profissão. Esta estada de oito meses no Chile, na qual passou escrevendo poesia, acabou sendo um divisor de águas na sua vida. Quando voltou para Porto Alegre, começou a escrever crônicas para jornal e, a partir daí, sua carreira literária deslanchou.

Algumas das minhas obras favoritas de Martha Medeiros:

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Trem-bala (1997); Coisas da Vida (2003); Non-stop (2001); Montanha-Russa (2003) e Cartas Extraviadas e Outros Poemas (2001).

Essas 5 obras compõe a edição de Caixa Especial Martha Medeiros lançada em 2010.  Como dito antes, meu primeiro contato foi com Coisas da Vida (2010) e foi justamente pelo olhar cotidiano da autora, que me apaixonei pelas obras dela. É engraçado como não temos contato com tantos autores que refletem exatamente como vivemos no dia-a-dia, sobre assuntos peculiares que todo mundo está vivendo todos os dias, mas poucas vezes ouvimos falar sobre isso. Nessa caixa, está reunidas crônicas e poesias da Martha. É possível encontrar os títulos à venda separadamente também.

saudade eu tenho do que não nos coube

lamento apenas o desconhecimento

daquilo que não deu tempo de repartir

você não saboreou meu suor

eu não lhe provei as lágrimas

é no líquido que somos desvendados

no gosto das coisas o amor se reconhece

o meu pior e o meu melhor e os seus

ficaram sem ser apresentados

(Cartas Extraviadas e Outros Poemas (2001), Martha Medeiros)

Onde encontrar:

  • Caixa Especial Martha Medeiros (2010), L&PM EDITORES (R$115,50)*
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Feliz por Nada (2011). Um Lugas na Janela (2012); A Graça da Coisa (2013) e Simples Assim (2015)

Feliz por Nada (2011) me lembra ter devorado durante a viagem que fiz com minha família para Porto Seguro (BA). Pra quem gosta de ler sobre histórias e “causos” de viagens, inclusive aprender um pouco mais sobre os países sem visitá-los, indico Um Lugar na Janela (2012). Inclusive tem uma crônica neste livro de quando a filha de Martha conhece Carly Rae Jepsen demais!

Atravessando a fronteira do oi
Anos atrás, quando eu malhava em academia, sempre cruzava com uma fotógrafa que eu conhecia de vista. Eu dizia oi, ela dizia oi. Depois parei de frequentar a academia e comecei a caminhar no parque. De vez em quando, ela caminha por ali também. Quando a gente se cruza, ela diz oi, eu respondo oi. Essa emocionante troca de ois constitui toda a nossa “relação”.

No entanto, temos uma querida amiga em comum. Contei para essa amiga que eu estava indo para Londres. Tiraria uma semana de férias, sozinha. Essa minha amiga então me disse: “Você vai estar lá no mesmo período que a Eneida, a fotógrafa. Quer o e-mail dela?”.

Encurtando a história: escrevi para a Eneida, que já se encontrava em Londres. “Você vem para cá? Ótimo! Vamos jantar juntas? Combinado.” Trocamos endereços, telefones e afeto. E isso tudo me fez pensar o seguinte: nós duas moramos na mesma cidade e possivelmente no mesmo bairro, dada a relativa frequência com que nos cruzamos. E, no entanto, nenhuma das duas jamais pensou em convidar a outra para jantar, por uma razão muito simples e compreensível: somos duas estranhas. Ela tem a vida dela, eu tenho a minha. Ela tem uma agenda apertada, eu tenho a minha. Ninguém convida para jantar alguém que só conhece de vista, a não ser que seja cantada, o que não é nosso caso.

O nosso caso é outro: somos um exemplo de como uma cidade estrangeira pode anular cerimônias e estranhamentos. Na cidade da gente, nos agarramos aos nossos hábitos e aos nossos vínculos. Estando fora, viramos uns desgarrados e naturalmente nos abrimos para conhecer novas culturas, novos costumes e novas pessoas, mesmo pessoas que já poderíamos ter conhecido há mais tempo – mas que não víamos necessidade.

Viajando, ficamos mais propícios ao risco e à experimentação. Encaramos bacon no café da manhã, passeamos na chuva, vamos ao super de bicicleta, dormimos na grama, comemos carne de cobra, dirigimos do lado direito do carro, usamos banheiro público, fazemos confidências a quem nunca vimos antes. O passaporte nos libera não só para a entrada em outro país, como também para a entrada em outro estilo de vida, muito mais solto do que quando estamos em casa, na nossa rotina repetitiva.

No momento em que você lê essa crônica, estou dentro do Eurotunnel, ou seja, no trem que percorre o Canal da Mancha. É, embaixo d’água. Saí de Londres e estou indo para Paris, de onde embarcarei de volta para o Brasil no próximo final de semana. A essa altura, já jantei com a Eneida. Já nos tornamos amigas de infância ou cada uma decidiu trocar de parque nas próximas caminhadas. O que importa é que atravessamos a barreira do oi, esse cumprimento protocolar que tão raramente progride para uma proximidade de fato. Eu teria uma dúzia de razões para explicar por que gosto tanto de viajar, mas por hoje fico apenas com esta: pela alegria de viver e pela falta de frescura.

3 de setembro de 2008

(Feliz por Nada (2011), Martha Medeiros)

Onde encontrar:

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Paixão Crônica; Felicidade Crônica e Liberdade Crônica (2014)

Essa caixa especial foi lançada em 2014 e reúne as melhores crônicas dos 20 anos de carreira de Martha Medeiros. Eu ainda não li Paixão e Felicidade, mas digo que é uma das caixas especiais favoritas! Além de toda temática, as cores fizeram a composição perfeita. Vale como dica para presentear alguém!

Onde encontrar:

  • Caixa Especial Martha Medeiros: Crônicas Temáticas (2014), L&PM EDITORES (R$89,70)*

Ainda faltam muitas obras para completar minha coleção de livros de Martha Medeiros. Esqueci de mencionar que também li Fora de Mim (2013), que diferente da maioria das obras, é um narrativa  profunda sobre uma mulher recém-separada de um casamento longo e pacífico, que se apaixona loucamente, embora não cegamente, por um outro homem, de personalidade conturbada, com quem vive uma intensa paixão. Esse é mais uma daquelas obras que a gente sente junto com a protagonista e tudo o que o autor está tentando passar. Vocês encontram essa obra aqui. As demais obras citadas, vocês encontram em diversos sites pela internet, nos mais variados preços e disponíveis em e-book.

Alguém lê Martha Medeiros e acompanha a carreira da autora?! Deixem nos comentários!

 

Até a próxima e boa leitura!

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* os preços estão sujeitos a alteração sem aviso prévio

TAG | Hábitos de Leitura


Oi pessoal, tudo bom?! Hoje trouxe para vocês uma das minhas TAG favoritas que tenho acompanhado na blogosfera: hábitos de leitura. Tenho uma paixão enorme por livros e diferentes autores, então se vocês quiserem, posso fazer posts sobre meus autores favoritos e indicações para vocês. Espero que gostem da TAG e se quiserem compartilhar as respostas comigo, ficaria muito feliz em lê-las!

  1. Quando você lê? (manhã, tarde, noite, o dia inteiro ou quando tem tempo) Quando tenho tempo. Mas há algum tempo atrás, quando comecei a ler assiduamente, lia bastante antes de dormir porque me ajudava a pegar no sono rápido e eu sonhava bastante!
  2. Você lê apenas um livro de cada vez? Depende do tipo de livro.. Quando a leitura não está fluindo, então intercalo outro livro e assim vou levando a leitura dos dois.
  3. Qual seu lugar favorito para ler? Favorito é minha cama, mas leio em qualquer lugar.
  4. O que você faz primeiro: Não tenho essa ordem, mas confesso que dificilmente vou ler um livro depois que já vi o filme (a não ser que o filme tenha chamado muito minha atenção e eu queria saber mais a respeito).
  5. Qual formato de livro você prefere? Livro físico. Sem preconceitos com e-books e áudio books. Gosto de e-books também pois me salvaram em várias situações onde não tinha nada pra fazer na rua.
  6. Você tem algum hábito exclusivo ao ler? Eu sempre carrego um lápis ou um marca-texto comigo. Sei que pra muitos é um péssimo hábito grifar os livros, mas eu amo tanto alguns trechos de livros!
  7. As capas de uma série tem que combinar ou não importa? Fica mais interessante, né?! rs

Até a próxima!